Em resposta às reclamações dos correntistas, os bancos citados no ranking do Banco Central informam que trabalham para a redução das ocorrências. O Banco do Brasil afirma que elevou sua base de clientes a partir de 2010, principalmente com a incorporação da Nossa Caixa. Com isso, houve "natural crescimento vegetativo do volume de reclamações".
O banco esclarece não efetuar débitos em conta sem autorização expressa de seus clientes e que mantém convênio com empresas responsáveis pela guarda e apresentação das autorizações de débito sempre que forem solicitadas.
O Bradesco, por sua vez, informa que cada um dos apontamentos é acompanhado de perto pela ouvidoria, que sempre esclarece a manifestação ao cliente ou usuário, e que toma as medidas necessárias para corrigir eventuais falhas e melhorar o atendimento.
Avaliação e aprimoramento
Já o HSBC afirma que sempre avalia o mérito de todas as demandas e reclamações dos clientes e utiliza esses levantamentos para aprimorar sempre o atendimento.
Em relação ao registro de reclamações, a Caixa Econômica informa que as ocorrências são ocasionadas, sobretudo, por fatos pontuais e, por esta razão, tratadas pessoalmente com os clientes envolvidos.
O diretor do Santander Marcelo Malanga afirma que a maioria dos casos envolvendo o banco refere-se a inadimplência.
Segundo ele, no momento da abertura da conta junto a instituição, o correntista assina uma pré-autorização para o débito de valores caso tenha dinheiro em sua conta.
Por isso, o banco classifica como débitos questionados ou reclamados, mas que são autorizados do ponto de vista jurídico.
Integração gerou dúvida
O Itaú, por sua vez, informa que concluiu a integração das agências do Unibanco no ano passado. Esse processo, segundo o banco, acabou gerando dúvidas referentes às mudanças para alguns clientes.
"As queixas sobre débitos não autorizados foram tratadas e resolvidas, e as questões de entendimento sobre nossos serviços, devidamente esclarecidas", afirma a instituição.
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