Consumidores preferem comprar produtos eletrônicos na internet
A pesquisa identificou cinco perfis de compradores digitais
A pesquisa identificou cinco perfis de compradores digitais
SÃO PAULO – Os consumidores que realizam compras por canais digitais estão mais propensos a adquirirem produtos eletrônicos de alto valor. Os dados do estudo “Digital Shoppers Relevancy”, realizado pela Capgemini, ainda mostram que, nos últimos seis meses, 54% dos entrevistados compraram produtos desta categoria.
O levantamento analisou 16 países, tanto com uma economia madura, quanto em desenvolvimento, e revelou que o Brasil está entre os países que possuem uma significativa evolução em consumo por meio de canais digitais, mostrando que os consumidores do e-commerce estão aumentando nos países em desenvolvimento. Na Índia, por exemplo, 72% dos entrevistados compraram mais produtos em uma única transação on-line do que em uma loja física, enquanto apenas 31% dos consumidores que se encontram nos Estados Unidos responderam o mesmo.
A maioria dos consumidores digitais – 80% dos países em desenvolvimento e 63% no desenvolvidos - acredita que o website ainda é o canal mais importante para o e-commerce, porém, as mídias sociais, aplicativos de celulares e quiosques dentro das lojas estão se tornando mais populares como canais de varejo alternativos.
Perfil dos usuários
O levantamento identificou diferentes tipos de consumidores digitais, que variam de acordo com a idade, sexo, atitudes e expectativas quanto à tecnologia. Um dos perfis é o dos compradores digitais sociais, que representam 25% dos entrevistados, e são fortes usuários de mídias sociais e que costumam compartilhar opiniões e experiências em canais digitais, além de serem usuários de smartphones e aplicativos.
Outro grupo é dos viciados em compras digitas (18%), que são aqueles que utilizam ativamente canais digitais, aplicativos de smartphones e tecnologias dentro da loja. Também foram identificados os perfis de compradores virtuais ocasionais (16%), os racionais (15%) e os tecnologicamente inseguros (13%).
Fonte:- Infomoney Por Juliana Américo Lourenço da Silva
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