Oportunidade
Empresas com foco nas classes C e D devem suportar mais a crise
Mais de 70 executivos, pesquisadores, economistas e empresários concluíram que as empresas que fornecem produtos e serviços populares e de menor ticket médio serão menos afetadas pela crise, durante o debate "Crise, lições a tirar", promovido pelo "International MBA", da FIA (Fundação Instituto de Administração da USP).
De fato, uma pesquisa do Profuturo (Programa de Estudos do Futuro), da FIA, que avaliou 75 das mil maiores empresas do Brasil comprova essa tese. Segundo o estudo, aquelas que investiram e inovaram em produtos e serviços com foco nas classes C e D conseguem prosperar, mesmo nos momentos econômicos difíceis.
Argumentação
A explicação é que, além de atingirem mais pessoas na base da pirâmide social, essas empresas atendem também aos consumidores de maior renda, que, nos momentos de crise, optam por produtos cujo preço é mais acessível. Além disso, as famílias pertencentes às classes C e D tiveram aumento na renda nos últimos anos e, neste momento, não enfrentam problemas na hora de consumir bens essenciais.
"Fica muito claro que o processo de distribuição de renda e aumento real do salário mínimo contribuíram fortemente para esta maior estabilidade de consumo de bens populares", explica o diretor da FIA e coordenador do Profuturo, James Wright.
Os pontos fracos do Brasil
Ele alerta, no entanto, que a opção do Brasil em reforçar o consumo popular permite minimizar os efeitos mais imediatos da crise, mas, por outro lado, a carência de investimentos em infraestrutura e educação limitam a perspectiva de competitividade das empresas na exportação, bem como de crescimento sustentável.
Análise por setores empresariais
O debate também analisou os efeitos da crise em outros setores empresariais. No segmento de alimentos, o resultado negativo sobre a movimentação de ticket-refeição e alimentação deve ser relativamente menor.
Por sua vez, para o setor de autopeças, as consequências têm sido imediatas, já que a produção das fábricas de automóveis diminuiu, em resposta à queda nas vendas. Vale enfatizar que uma saída, para as empresas, é diversificar clientes, com o intuito de amenizar o impacto da crise.
(Fonte:- Infomoney)
De fato, uma pesquisa do Profuturo (Programa de Estudos do Futuro), da FIA, que avaliou 75 das mil maiores empresas do Brasil comprova essa tese. Segundo o estudo, aquelas que investiram e inovaram em produtos e serviços com foco nas classes C e D conseguem prosperar, mesmo nos momentos econômicos difíceis.
Argumentação
A explicação é que, além de atingirem mais pessoas na base da pirâmide social, essas empresas atendem também aos consumidores de maior renda, que, nos momentos de crise, optam por produtos cujo preço é mais acessível. Além disso, as famílias pertencentes às classes C e D tiveram aumento na renda nos últimos anos e, neste momento, não enfrentam problemas na hora de consumir bens essenciais.
"Fica muito claro que o processo de distribuição de renda e aumento real do salário mínimo contribuíram fortemente para esta maior estabilidade de consumo de bens populares", explica o diretor da FIA e coordenador do Profuturo, James Wright.
Os pontos fracos do Brasil
Ele alerta, no entanto, que a opção do Brasil em reforçar o consumo popular permite minimizar os efeitos mais imediatos da crise, mas, por outro lado, a carência de investimentos em infraestrutura e educação limitam a perspectiva de competitividade das empresas na exportação, bem como de crescimento sustentável.
Análise por setores empresariais
O debate também analisou os efeitos da crise em outros setores empresariais. No segmento de alimentos, o resultado negativo sobre a movimentação de ticket-refeição e alimentação deve ser relativamente menor.
Por sua vez, para o setor de autopeças, as consequências têm sido imediatas, já que a produção das fábricas de automóveis diminuiu, em resposta à queda nas vendas. Vale enfatizar que uma saída, para as empresas, é diversificar clientes, com o intuito de amenizar o impacto da crise.
(Fonte:- Infomoney)
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