
Banco privado reduz juro, mas sobe tarifas
Tarifas como a do cheque de viagem dobraram; pesquisa avaliou 155 instituições privadas do país
Após reduzir juros para empréstimos, os bancos privados subiram algumas das tarifas de serviços mais usados pelos correntistas.
Levantamento feito pelo jornal "Folha de S.Paulo" com dados do Banco Central, comparando as tarifas cobradas em 2 de abril e em 14 de maio (após os cortes nos juros), mostra uma alta média de 11,88% nos preços cobrados por saques de conta corrente e poupança feitos no guichê além do mínimo gratuito permitido.
Os extratos mensais feitos no caixa ou por outras formas de atendimento pessoal (após o mínimo oferecido gratuitamente) tiveram alta de 14,21% na média.
A tarifa que mais aumentou foi a cobrada para venda de cheque de viagem ou emissão de cartão pré-pago em moeda estrangeira. O custo mais que dobrou: passou de R$ 21,2 para R$ 42,67 (alta de 101,27%).
Somadas todas as tarifas, o aumento médio foi de 1,56%. Foram avaliadas as tarifas cobradas por 155 bancos privados do país.
Segundo a Pro Teste (associação de defesa do consumidor), os bancos estão condicionando a oferta dos juros menores à adesão a um pacote com tarifas mais elevadas. "A diferença de tarifa mensal no empréstimo pode dar um valor expressivo, em alguns casos até tornar o empréstimo mais caro do que nas condições anteriores", diz Verônica Dutt-Ross, da Pro Teste. A Febraban (federação de bancos) não se pronunciou.
Fonte:- Jornal Destak
Tarifas como a do cheque de viagem dobraram; pesquisa avaliou 155 instituições privadas do país
Após reduzir juros para empréstimos, os bancos privados subiram algumas das tarifas de serviços mais usados pelos correntistas.
Levantamento feito pelo jornal "Folha de S.Paulo" com dados do Banco Central, comparando as tarifas cobradas em 2 de abril e em 14 de maio (após os cortes nos juros), mostra uma alta média de 11,88% nos preços cobrados por saques de conta corrente e poupança feitos no guichê além do mínimo gratuito permitido.
Os extratos mensais feitos no caixa ou por outras formas de atendimento pessoal (após o mínimo oferecido gratuitamente) tiveram alta de 14,21% na média.
A tarifa que mais aumentou foi a cobrada para venda de cheque de viagem ou emissão de cartão pré-pago em moeda estrangeira. O custo mais que dobrou: passou de R$ 21,2 para R$ 42,67 (alta de 101,27%).
Somadas todas as tarifas, o aumento médio foi de 1,56%. Foram avaliadas as tarifas cobradas por 155 bancos privados do país.
Segundo a Pro Teste (associação de defesa do consumidor), os bancos estão condicionando a oferta dos juros menores à adesão a um pacote com tarifas mais elevadas. "A diferença de tarifa mensal no empréstimo pode dar um valor expressivo, em alguns casos até tornar o empréstimo mais caro do que nas condições anteriores", diz Verônica Dutt-Ross, da Pro Teste. A Febraban (federação de bancos) não se pronunciou.
Fonte:- Jornal Destak
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